sábado, 10 de setembro de 2011

HIPOTIREOIDISMO E A PRATA COLOIDAL

Primeiro vamos entender o que é hipotireioidismo e quais os tipos para poder entender como a prata ajuda:


Fonte: http://www.palavrademedico.kit.net/tema27.htm
Crédito: Excelente texto de Copyright © Dr. Rogério M. Alvarenga



                                      "Antes de se falar em Hipotireoidismo é preciso que se conheça a Tireóide, uma glândula localizada na parte anterior do pescoço, bem abaixo do Pomo-de-Adão.

A Tireóide é a glândula responsável pela produção dos hormônios T3 (Triiodotironina) e o T4 (Tiroxina) que afetam a maioria dos órgãos, incluindo coração, cérebro, fígado, rins e pele.
Na figura ao lado pode-se visualizar a Tireóide que é formada por um Lobo Direito, um Lobo Esquerdo e uma zona central chamada de Istmo.

     Existem inúmeras doenças que podem acometer a Tireóide, e aproximadamente 5 % da população apresentam algum tipo de sintoma. É interessante observar que as moléstias da Tireóide são muito mais freqüentes em mulheres do que em homens.



O que é o Hipotireoidismo

Quando um Médico dá um diagnóstico de Hipotireoidismo, significa que a pessoa apresenta sintomas comuns, compatíveis com baixa função da glândula Tireóide, ou seja, a Tireóide está produzindo pouco hormônio. Acredita-se que 5% da população americana tem hipotireoidismo, sendo que 360.000 casos novos de doenças da Tireóide são diagnosticados todos os anos nos Estados Unidos, onde 1,8% da população tem que fazer reposição do hormônio tireoidiano. O American College of Physicians recomenda um "screening" de todas as mulheres após os 40 anos, devido elas apresentarem 4 vezes mais chances de terem Hipotireoidismo.
O Hipotireoidismo é muito comum, sendo difícil estimar o número de pacientes com a doença, pois muitas pessoas têm o Hipotireoidismo e não sabem. Pesquisas revelam que cerca de 5 milhões de brasileiros têm Hipotireoidismo, a grande maioria ainda não diagnosticada. Um grande número de pessoas apresenta sintomas vagos de cansaço e desânimo, atribuindo-os, de forma errônea, como sendo próprios da idade. O Hipotireoidismo pode ser encontrado em homens e mulheres e sua incidência aumenta com a idade.




Tipos de  Hipotireoidismo



Hipotireoidismo congênito

O bebê ao nascer pode ter uma falta absoluta e congênita da glândula tireóide ou pode ter ocorrido um erro no desenvolvimento embrionário da glândula em que as células tireóides não tenham migrado por completo e se tenham estabelecido na base de língua ou em qualquer outra zona do trajeto normal e aí se tenham desenvolvido.
Na ausência total da glândula o problema é grave e tem que ser resolvido nos primeiros dias depois do nascimento pois até então recebia as hormônios da mãe.
Quando há um problema na migração a quantidade de parênquima que se desenvolveu mesmo que fora do seu local habitual é suficiente para que a criança se desenvolva naturalmente.


Hipotireoidismo induzido por causas externas

Por extirpação cirúrgica parcial da glândula tiróide por qualquer motivo é evidente que se assiste a uma quebra na produção hormonal. Ainda que a glândula possua uma certa capacidade de compensação aumentando o tamanho pode produzir-se uma situação de hipotireoidismo.
Por tratamento prévio com Iodo Radioativo (I-131). Esta substância é utilizada em casos de hipertireoidismo. Como a glândula tireóide é o único órgão a captar o iodo, ingerindo uma quantidade certa de iodo radiativo, este provoca a morte de parênquima tireóideo provocando de imediato uma situação de hipotireoidismo. Esta dose tenta ser o mais acertada possível por parte dos Médicos Especialistas em Medicina Nuclear. Contudo a ruptura de folículos que o tratamento ocasiona põe em marcha uma reação auto-imunitária que leva à progressiva destruição das células da glândula.  
Hipotireoidismo induzido por medicamento
A medicação anti-tireoidiana desnecessária, isto é, tomada para combater uma situação de hipertireoidismo e que é tomada para além do tempo necessário leva a um bloqueio na assimilação do iodo pela tireóide, baixando os hormônios tireoidianos no sangue e elevando a TSH o que provocaria um aumento desmedido do tamanho da glândula (Bócio ou Hiperplasia Difusa ) e finalmente a uma situação hipofuncional severa. Outros medicamentos, como a Amiodarona ou o Lítio ocasionam o bloqueio na absorção do iodo induzindo situações de Hipotireoidismo, que obriga a um tratamento com L-Tiroxina se não se consegue suprimir o medicamente que está a causar essa modificação 

Hipotireoidismo por alimentação pobre em iodo

Existem zonas do mundo em que a concentração de iodo na água e nos terrenos agrícolas é muito reduzida levando a situações de Bócio Endêmico por carência generalizada desse elemento. 
 


Hipotireoidismo de causa Imunitária
(Tireoidite Auto-Imune)

Também chamada de Tireoidite de Hashimoto, é a causa mais freqüente de hipotireoidismo. O organismo está preparado para reagir a agressões exteriores mediante um sistema imunitário em que participam de forma fundamental os linfócitos. Quando um corpo estranho invade a célula produz-se primeiro uma fase de reconhecimento e um vez verificado que se trata de um elemento estranho, o organismo, através de um processo bastante complexo mas bem conhecido elabora substâncias defensivas (anticorpos) que atacam o elemento transgressor.
Na glândula os hormônios estão armazenadas em folículo tireóideos. A Tireoglobulina, que é a grande molécula da qual se fazem os hormônios ativos T3 e T4 nunca passa para o sangue. Se por qualquer motivo (por ex: devido ao I-131) esta Tireoglobulina e outras substâncias iodadas aparecem no sangue devido à ruptura de um deste folículos vão induzir uma resposta imunitária do organismo na qualidade de substância orgânica estranha. Deste modo o organismo vai produzir anti-corpos que uma vez chegado à tiróide eliminam as substâncias iodadas rompendo no processo células tireóideas, alterando folículos e finalmente libertando mais Tireoglobulina que vai agravar ainda mais a lesão. É um ciclo lento e vicioso que só para na destruição total da glândula
A tireoidite crônica auto-imune é como o nome indica uma forma crônica de tireoidite que do ponto de vista clínico pode ter pouca sintomatologia e passar mesmo despercebida. A sua origem é imunológica e está relacionada com fenômenos de auto-imunidade, com auto-agressão da tiróide pelo sistema imunitário do próprio indivíduo. Esta doença é muito comum, 4 vezes mais freqüente na mulher e cuja freqüência aumenta com a idade. Existem muitas vezes familiares com bócio, alterações do funcionamento da tiróide e/ou diagnóstico de tireoidite crônica auto-imune.
Existem dois tipos de anticorpos que atacam a glândula tiróide. Os Anticorpos Anti-Tireoglobulinas e os Anti-Peroxidase (Anti-TPO). Desconhece-se o modo de atuar dos primeiros embora se conheça o seu resultado prático. Dos segundo o processo encontra-se substancialmente conhecido. Logo após da ingestão do Iodo molecular (I2),  este tem de ser oxidado a iodo atômico ou iônico na presença de uma peroxidase para que se possa associar à tirosina. Sem esta enzima, atacada pelos anticorpos, o organismo fica inundado de iodo molecular sem que deste se retire qualquer proveito
A tireoidite crônica auto-imune pode estar associada a mau funcionamento da tireóide. Pode evoluir com alguma freqüência com hipotireoidismo e mais raramente com uma Tireotoxicose transitória (tireoidite silenciosa).
A Tireotoxicose pode surgir num doente com tireoidite crônica auto-imune, em relação com uma situação denominada Tireoidite Silenciosa. Nos doentes com tireoidite auto-imune pode ainda haver ocasionalmente um aumento dos hormônios tireoidianos em circulação, por hipertireoidismo. Uma variante da tireoidite silenciosa é a denominada Tireoidite Pós-Parto.
Nas tireoidites Silenciosa e Pós-Parto pode haver uma fase de Hipotireoidismo transitório após o episódio inicial de tireotoxicose. Em geral estas tireoidites, pela natureza passageira da disfunção tireoidiana que lhes está associada, poderão não necessitar de qualquer tratamento específico.
Os indivíduos com o diagnóstico de Tireoidite de Hashimoto, deverão ser avaliados regularmente do ponto de vista funcional através de exames laboratoriais, para detectar e tratar precocemente um hipotireoidismo nos casos sem disfunção tireoidiana conhecida e para monitorizar e ajustar o tratamento com o hormônio tireoidiano nos casos com hipotireoidismo.


A Tireoidite de Hashimoto é a causa mais comum de Hipotireoidismo.
Quando o Médico solicita um estudo analítico para avaliar a função tireoidiana (T3, T4, TSH), muitas vezes encontra valores normais e a pessoa pode estar a funcionar com o seu metabolismo no nível inferior, mais perto do hipotireoidismo .
Os hormônios tireoidianos aumentam a transcrição de um grande número de genes e portanto a atividade metabólica de todo o organismo — o metabolismo basal pode aumentar 60 a 100%!
A utilização dos alimentos para energia é muito aumentada, assim como a atividade das glândulas endócrinas e os processos mentais. Estimulam quase todos os aspectos do metabolismo dos hidratos de carbono, inclusive a rápida captação da glicose pelas células, glicólise acentuada e neoglicogênese aumentada. Diminuem a quantidade de colesterol e triglicérides no sangue e aumentam a secreção dos sucos digestivos e a motilidade gastrintestinal. "
  
 Texto completo em: http://www.palavrademedico.kit.net/tema27.htm

  Usei esse trecho do Palavra de médico por ser excelente em suas definições e de fácil entendimento. Como vimos em outros tópicos e nos links do Japão e a Prata Coloidal, ela melhora o sistema imunológico atuando e colaborando para a melhora do hipotireoidismo, principalmente o de origem viral :



"....De uma forma didática dividimos as tireoidites em duas categorias principais: 1- Tireoidites por agressão imunológica que inclui a tireoidite de Hashimoto, e a tireoidite pós-parto. 2- Tireoidites por vírus, também conhecidas como tireoidite sub aguda, tireoidite de Quervain. 

Formas raras com tireoidite supurativas (por bactérias) podem ser incluídas nesta divisão. .......

A Tireoidite sub aguda

É uma inflamação total ou focal da glândula tireóide causada por vírus, geralmente daqueles que, com freqüência, atacam as vias aéreas superiores. Portanto, os vários subtipos dos vírus da gripe (influenza), vírus da paroditite (caxumba), vírus chamados de Cox-Sackie e outros podem invadir a glândula tireóide, provindas das vias aéreas superiores. 

Geralmente o paciente apresenta sintomas de grip com febrículas, dor de cabeça, moleza no corpo, cansaço extremo, coriza, tosse, enfim todos os sintomas de uma "gripe". Após 2-3 dias surge dor na face anterior do pescoço, logo abaixo do "pomo-de-Adão", aquela cartilagem que é prominente no sexo masculino, mas também visível na mulher. 

A dor na tireóide se irradia para atrás das orelhas (mastóide). Nota-se, também, que a tireóide esta aumentada de volume e se apresenta muito dolorosa ao toque. Gânglios linfáticos podem estar presentes em volta da tireóide. O médico logo pede exames, entre os quais o hemograma (glóbulos vermelhos e brancos). Pode haver alterações sugestivas de agressão viral, mas o mais comum é o aumento de velocidade de sedimentação das hemácias (VHS). 

O laboratorista deixa o tubo com o sangue do paciente em uma estante e após uma hora verifica a velocidade com que os glóbulos vermelhos se sedimentam. Na tireoidite sub aguda os glóbulos vermelhos têm velocidade de Fórmula-1, são ultra rápidos. Normalmente em uma hora a VHS apresenta valores de 10-15mm/h. Na tireoidite sub aguda chega a 65-85mm/h. 

É um excelente método laboratorial para acompanhar a evolução em direção à cura do processo inflamatório. Por outro lado, a inflamação aguda pode destruir elementos da tireóide, chamados de folículos. Estes folículos são como "favos de mel"; com a ruptura das paredes o "mel" chamado colóide escapa para a circulação e pode ser mensurado. 

Devido à esta ruptura de folículos pode haver excesso de hormônios de tireóide na circulação ou seja hipertireoidismo, que dura algumas semanas. Alguns pacientes, a seguir, podem apresentar falta de função da tireóide, ou seja, hipotireoidismo. A função da tireóide volta ao normal espontaneamente em 90% dos pacientes. Os outros 10% podem evoluir para tireoidite crônica e possivelmente hipotireoidismo definitivo. 

Tratamento da fase aguda da tireoidite viral

Muitos médicos insistem em tratar os pacientes com produtos derivados da cortisona. Tais medicamentos dão alivio imediato aos sintomas, mas o difícil virá logo a seguir, isto é, o medicamento passa a ser necessário por longo período de tempo. A cada tentativa de "tirar a cortisona" os sintomas de dor na tireóide retornam.
 

O uso contínuo de cortisona por períodos longos tem muitas desvantagens (ganho de peso, rosto em lua cheia, acne, estrias abdominais). Diante do exposto muitos endocrinologistas têm optado por agentes inflamatórios que não têm relação com a cortisona.
 

Os resultados são ótimos e a suspensão do medicamento se faz sem maiores problemas. No caso de haver hipertireoidismo pode se empregar medicamentos chamados de beta-bloqueadores. É importante seguir o paciente por período longo, com exames periódicos no intuito de verificar a possibilidade de haver evolução para tireoidite crônica."


Fonte: http://www.indatir.org.br/noticias_veja13.htm - Instituto da Tireoide


A ação da prata como antiviral, elimina os vírus causadores dessas infecções e que prejudicam a tireóide no caso da tireoidite aguda causada por vírus e nas demais tireoidites colabora devido atuar no sistema imunológico humano e animal.
Leia mais nos posts: 
http://naturalsbrazil.blogspot.com/2011/09/prata-coloidal-no-japao.html 
http://naturalsbrazil.blogspot.com/2011/08/relatorio-do-governo-americano-sobre.html
http://naturalsbrazil.blogspot.com/2011/08/toxicidade-da-prata-coloidal.html
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