quinta-feira, 22 de agosto de 2019

PRATA COLOIDAL CURA FERIDAS?


Um importante estudo mostra:
Esse estudo mostra a eficiência da prata coloidal na cicatrização de feridas e no combate a patógenos contaminantes. Cada dia que passa mais e mais estudos aprofunda-se na eficácia desse material, o que é de suma importância para combater os micros organismos que estão cada vez mais resistentes.
O texto completo no link no final do artigo.
Neste estudo preliminar, o curativo à base de nanopartículas de prata (Ag NP), o Acticoat ™ Flex 3, foi aplicado a uma cultura de células 3D de fibroblastos in vitro e a um paciente queimado com queima parcial real.
Os resultados in vitro mostram que as NPs de Ag reduzem bastante a atividade mitocondrial, enquanto as técnicas de coloração celular mostram que a integridade nuclear é mantida, sem sinais de morte celular.
Pela primeira vez, análises por microscopia eletrônica de transmissão (TEM) e espectrometria de massa com plasma indutivamente acoplado (ICP-MS) foram realizadas em biópsias de pele retiradas de um único paciente durante o tratamento.
Os resultados mostram que Ag NPs são liberados como agregados e estão localizados no citoplasma dos fibroblastos. Nenhum sinal de morte celular foi observado, e as nanopartículas apresentaram distribuições diferentes dentro das células da derme superior e inferior.


COMO ATUA A PRATA NAS FERIDAS
Os perfis de profundidade das concentrações de Ag foram determinados ao longo das biópsias da pele. Na amostra de pele curada, a maior parte da prata permaneceu nas camadas superficiais, enquanto na amostra não curada, a prata penetrou mais profundamente. As concentrações de Ag nas culturas de células também foram determinadas.


CONCLUSÕES

Neste estudo piloto, os resultados in vitro indicam a segurança do Acticoat ™ Flex 3. Parece que os Ag NPs podem reduzir a funcionalidade mitocondrial, mas isso provavelmente ocorre temporariamente. Como indicado pelos nossos resultados, a redução na atividade mitocondrial não afeta a viabilidade celular. O in vivo estudo, embora limitado em escopo, uma vez que foi realizado em um único paciente, tomando uma biópsia de uma área não curada e uma área curada da mesma ferida, parece apoiar a ausência de toxicidade: na pele cicatrizada, sem sinais de apoptose ou necrose foram observados, apesar da presença de uma grande quantidade de NPs Ag no citoplasma dos fibroblastos.
Observamos que um curativo à base de NP Ag não cria um obstáculo para a recuperação de queimaduras de espessura parcial severa. Após a aplicação por um período prolongado (17 dias), a estrutura da pele organizada (derme e epiderme) foi restabelecida em uma parte da ferida previamente não cicatrizada. Neste estudo piloto, também demonstramos que a aplicação de curativos baseados em Ag NP, mesmo por tempo prolongado, não parece afetar negativamente a proliferação de fibroblastos e queratinócitos.
Observações clínicas e dados experimentais coletados aqui são consistentes com artigos publicados anteriormente e apoiam a segurança do curativo à base de Ag NP no tratamento de feridas.


ARTIGO COMPLETO
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3634485/ (use o tradutor do google chrome, caso deseje)


Imagem de: https://media.springernature.com/lw785/springer-static/image/art%3A10.1007%2Fs00253-018-8939-z/MediaObjects/253_2018_8939_Fig6_HTML.gif

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